Esses populares robôs são
veículos voadores de pequeno porte comandados remotamente por um operador. Para
a mágica acontecer eles usam desde controles mais simples, que podem ser
manuseados na tela de um smartphone, a comandos mais complexos, que exigem controle
remoto via rádio próprio.
Normalmente ,eles são compostos de fibra de
carbono, pouquíssimo metal e materiais plásticos. A fibra dá resistência e
leveza, enquanto o plástico é usado em pontos da estrutura que não são cruciais
para a resistência do aparelho. O metal está nos parafusos, na bateria e nos
motores.
Há diversas configurações de
drones, mas os mais comuns são os que usam quatro motores localizados nas
extremidades de quatro eixos. Esses pequenos motores são elétricos e giram
pequenas hélices que dão sustentação ao voo do dispositivo, adotando o mesmo princípio
que explica como os helicópteros voam.
No corpo principal do drone você
encontra as baterias que, por questões de peso, tendem a ser muito pequenas.
Assim, mesmo os melhores drones do mercado normalmente têm autonomia de voo de
apenas alguns minutos. Na fuselagem do aparelho também está uma placa lógica
que contém os sistemas de navegação e controle. Nesse circuito, dependendo do
aparelho, há chip de GPS, que permite navegação precisa e voo mais livre.
Usando posições de localização via satélite, é possível traçar previamente um
trajeto e soltar o drone que seguirá a risca o caminho desenhado pelo
controlador.
Na mesma placa há um computador
que recebe as instruções de navegação em caso de controle manual e as transmite
para os motores, aumentando ou diminuindo a aceleração e a altitude. Dependendo
do aparelho, há recursos de transmissão de dados para o controlador, que vão de
quantidade de energia restante na bateria a imagens captadas por uma câmera
embutida.

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